Cinco em linha. Um minuto a explicar, e depois é só armadilhas.
Joga-se nas intersecções, não dentro dos quadrados. As pretas abrem, e a cada jogo novo as cores trocam.
Cada jogada põe uma pedra numa intersecção vazia. As pedras nunca se movem nem se capturam: uma vez postas, ficam onde estão.
Ganha quem alinhar cinco pedras — horizontal, vertical ou diagonal. Se o tabuleiro encher sem ninguém o conseguir, é empate.
Conselho: um três aberto (três pedras com as duas pontas livres) obriga o adversário a responder, porque no lance seguinte vira quatro aberto — e um quatro aberto já não se tapa. Quem conseguir criar duas ameaças ao mesmo tempo, ganhou.
Padrão (por omissão): ganham exactamente cinco. Uma linha de seis ou mais não conta para ninguém.
Livre: cinco ou mais. É a versão simples — e é também a que está resolvida: com jogo perfeito as pretas ganham sempre.
Regra do profissional (por omissão): a primeira pedra preta é obrigatoriamente no centro, e a segunda tem de ficar a três intersecções ou mais dele. Serve para travar a vantagem de quem abre. Podes desligá-la na mesa.
O Renju — com as jogadas proibidas às pretas — não está implementado.